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Apreensão de armas de fogo bate recorde no Ceará em maio
Sex, 09 de Junho de 2017 19:20


Em reunião de monitoramento do programa "Em Defesa da Vida", realizada nesta sexta-feira (09), a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) apresentou os índices de segurança referentes ao mês de maio. Destaque para a apreensão de armas. Esse foi o mês com mais apreensões de armas em toda a série histórica. Os agentes de segurança apreenderam 657 armas contra 619 no mês de janeiro deste ano, estabelecendo um novo recorde. Em relação ao mesmo mês do ano anterior, houve um aumento de 36,31% quando foram apreendidas 482 armas.

Também foram divulgados os dados consolidados dos Índices de Crimes Violentos Letais e Intencionais (CVLIs), Crimes contra o Patrimônio (CVPs) e furtos, referentes ao mês de maio. O número de CVLI no Estado aumentou 65,3% em relação ao mesmo período do ano passado, saindo de 285 casos para 471. O crescimento na Capital foi de 124,7% quando foram registrados 191 CVLIs este mês contra 85 no ano passado. Já a Região Metropolitana registrou um aumento de 100%, saindo de 61 para 122, seguido pela região do Interior Norte com um aumento de 22% – indo de 59 para 72 caso – e o Interior Sul com 7,5% (de 80  para 86 casos). Nos CVPs, também houve ampliação numérica. Os índices subiram 5,6% no território estadual– saindo de 7.296 registros para 7.707. Os dados acerca dos furtos apontou um crescimento de 4,6% a mais do que em 2016 no Ceará – quando foram registradas 5.510 ocorrências em 2017 contra 5.269  ano passado –  o aumento também foi registrado em Fortaleza, saindo de 2.991 para 3.035, o que equivale a um aumento de 1,5%.



O secretário da Segurança Pública e da Defesa Social, André Costa, avalia que este o momento é o de trabalhar estratégias para reduzir os índices. Para ele, outra gama de dados apresentados nos consolidados da SSPDS do mês de maio trazem perspectivas quanto a buscas por soluções estratégicas e consequentemente diminuição destes índices.

Além das apreensões de armas, o Estado também registrou aumento no volume de drogas apreendido pela Polícia cearense, em 47%, quando foram apreendidos 183,2 quilos de entorpecentes contra 124,38 no mesmo período do ano passado. O acumulado de apreensão de drogas deste ano já confirma o crescimento de 26,4% em relação a 2016. De janeiro a maio deste ano, foi apreendida mais de 1,5 tonelada de drogas, contra cerca de 1,2 tonelada no ano anterior.  Maio é o quarto mês consecutivo de aumento na apreensão de entorpecentes. Além disso, lembra André Costa, este maio último foi marcado por mais prisões qualificadas (assaltantes, traficantes, homicidas e pessoas portando armas), com aumento de 16,3%. Foram realizados 1.377 autos de prisões e apreensões no mês passado contra 1.184 em maio de 2016.  

"Nossos policiais militares têm tido muita dedicação nas ruas, fazendo cada vez mais abordagens, com trabalho cada vez mais proativo. A Polícia Civil está intensificando investigações, as operações com mandado de busca e prisão têm sido também muito maior. A Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) teve várias prisões por homicídio, a Divisão de Combate ao Tráfico de Drogas (DCTD) também trabalhou muito para apreender drogas. O trabalho especializado está trazendo bons impactos. Trabalho tem tido. O momento é da população demonstrar o apoio aos policiais para que a gente continue. Vamos agora buscar soluções para que possamos mudar esse cenário", disse André Costa, em referência ao crescimento nas mortes violentas, roubos e furtos.

Acumulado do ano

Na soma dos casos de janeiro a maio, o número de CVPs de 2017 apresenta melhoras com relação aos cinco primeiros meses de 2016, com queda de 5% (saindo de 33.074 casos para 31.426) no Ceará e 7,9% na Capital (de 21.533 para 19.824 registros). Também há impacto positivo na diminuição de furtos, -4,3% no Ceará (saindo de 24.687 casos para 23.632) e de -11,5% (de 14.183 para 12.554 registros) em Fortaleza. Os CVLIs registram aumento de 22% no Estado na comparação dos primeiros cinco meses do ano, de 1.495 para 1.824 em 2017. Já na Capital, o aumento foi de 57,3% –de 443 para 698 ocorrências. Os CVLIs englobam homicídios, lesões seguidas de morte e latrocínios. Já os CVPs são os roubos.


Fonte: SSPDS

 

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